Musa
Momentaneamente
Moça mais marcante
Maravilha majestosa
Malemolente marcha
Mas muito merecer
Músicas melodiosas
Mítica mesmo mulher
Motivo mágico mesmo
Moça merecidamente
Movimenta multidões
Mormente mística manhã
Musa mantém movente
Melhor moldura mais
Magnífica mundial
sábado, 29 de abril de 2017
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Lutar pela vida
Lute pela vida
Pois ainda que seja tarde
Vale o esforço a dispender
Recompensa virá em júbilo
Ainda que o tempo se esvaia
Junto com o espaço
A luta é necessária e incessante
Motivo existe mesmo sem estar claro
Passar por expiações faz parte
Das etapas a serem percorridas
Em meio a dor há o suportar
Vida é luta, antes que acabe
Aproveite e aprenda o máximo
E o porvir será de recompensas
Lute pela vida
Pois ainda que seja tarde
Vale o esforço a dispender
Recompensa virá em júbilo
Ainda que o tempo se esvaia
Junto com o espaço
A luta é necessária e incessante
Motivo existe mesmo sem estar claro
Passar por expiações faz parte
Das etapas a serem percorridas
Em meio a dor há o suportar
Vida é luta, antes que acabe
Aproveite e aprenda o máximo
E o porvir será de recompensas
terça-feira, 25 de abril de 2017
Estranho e desumano
O mundo anda muito estranho e desumano, reina a indiferença, fala-se tanto em tolerância e diversidade mas o que há na verdade é uma guerra ideológica, grupos querendo impor suas vontades sobre todos, qual é a lógica? Se concordar com uns pensam irá desagradar outros, fala-se tanto em paz, mas a violência e a guerra continuam sendo capazes de levar embora vidas a troco de nada. O que justifica em essência essa estranheza e desumanidade? Argumentos tentarão justificar dizendo que se o fato não nos afetar então não é preciso se preocupar. Escondidos atrás de telas em contato com o distante e distante do que está ao lado. Estar conectado e inundado de informação, confuso sem saber para onde segue. Situação difícil em saber se é real ou imaginário, até que alguém o negue. Pedaços de vidro, plástico e metal em suas mãos, originados de alguma fábrica distante entretém aqueles diante dos quais estão. Estranho e desumano, natural e artificial, tudo o que se vê é tornado banal.
sábado, 22 de abril de 2017
Flor do querer
A flor do meu querer
Anda desbotada
Sem ânimo para viver
Assim desacreditada
Caso não venha a se alimentar
Perecerá sem mesmo florescer
Dado o tempo sem cuidar
Devorada pelo esquecer
Sina de ser açoitada
Forte sol a lhe aquecer
Folhagem despedaçada
Restou quase esmaecer
Mais um dia a apagar
Tudo o que se remoer
Flor fosse resignar
Fim indigno há de ter
A flor do meu querer
Anda desbotada
Sem ânimo para viver
Assim desacreditada
Caso não venha a se alimentar
Perecerá sem mesmo florescer
Dado o tempo sem cuidar
Devorada pelo esquecer
Sina de ser açoitada
Forte sol a lhe aquecer
Folhagem despedaçada
Restou quase esmaecer
Mais um dia a apagar
Tudo o que se remoer
Flor fosse resignar
Fim indigno há de ter
Vida e morte solitária
Está solitário no quarto
Tempo passando ligeiro
Atravessa tal uma lança
Pensa se tudo é em vão
Horas e horas de um dia
Na rotina mecânica de
Após chegar ao lar vazio
Depois de tanto trabalho
Já passa metade do ano
Tudo segue igual a sempre
Caminha pela casa parece
Que lhe falta algo intangível
De volta só ao quarto
Olha a janela um céu cinza
Da cor da própria vida
Sai da janela e pensa
Porque está nessa terra
Para vagar de ano a ano
Automaticamente casa
Trabalho casa trabalho
Já se passaram anos e
Faltam-lhe as forças e o ar
Aposentado na mesma casa
Da mesma rua em um sofá
Anoiteceu e dormira na
Velha cama e horas idas
Chegou mais um dia claro
Da cama não saíra mais
Vida já não mais tinha
Vizinhos dele sentiram falta
Arrombaram porta da sala
Apenas um corpo e uma cama
Conseguiram velar e enterrar
Assim mesmo no dia seguinte
Poucos foram ao último adeus
Finda desta forma a história
Está solitário no quarto
Tempo passando ligeiro
Atravessa tal uma lança
Pensa se tudo é em vão
Horas e horas de um dia
Na rotina mecânica de
Após chegar ao lar vazio
Depois de tanto trabalho
Já passa metade do ano
Tudo segue igual a sempre
Caminha pela casa parece
Que lhe falta algo intangível
De volta só ao quarto
Olha a janela um céu cinza
Da cor da própria vida
Sai da janela e pensa
Porque está nessa terra
Para vagar de ano a ano
Automaticamente casa
Trabalho casa trabalho
Já se passaram anos e
Faltam-lhe as forças e o ar
Aposentado na mesma casa
Da mesma rua em um sofá
Anoiteceu e dormira na
Velha cama e horas idas
Chegou mais um dia claro
Da cama não saíra mais
Vida já não mais tinha
Vizinhos dele sentiram falta
Arrombaram porta da sala
Apenas um corpo e uma cama
Conseguiram velar e enterrar
Assim mesmo no dia seguinte
Poucos foram ao último adeus
Finda desta forma a história
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